Novo Sistema de Classificao de Meios de Hospedagem (SBClass)

Conheça o Sistema de Classificação de Meios de Hospedagem feito pelo Ministério do Turismo.

Saiba todos os detalhes clicando AQUI. 

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Brasil – um imenso potencial turístico

Por Graziella BeHertzog
Diretora Executiva – BSC comunição 

O Brasil está em voga! Todos os dados e estatísticas mostram crescimento econômico, moeda estável, aumento do poder aquisitivo da população, etc, etc, etc.

Além disso, o país tem atraído eventos de porte internacional nunca antes vistos por aqui. Alguns exemplos: em 2013, teremos o WWW2013, o maior evento de internet do mundo; em 2014, seremos sede da Copa do Mundo; e em 2016, vamos receber as Olimpíadas! Uau!!!

Sabemos que isso tudo pode trazer imensos benefícios para a indústria do turismo brasileiro, que apesar de ter um potencial gigantesco  em relação aos atrativos naturais e culturais únicos que oferece, é ainda um setor que está engatinhando em termos de arrecadação financeira para o país. E por que isso ocorre? Parece que temos tudo nas mãos?!?

Bem, os fatos são os seguintes: 

  • Nossa infraestrutura para a mobilidade desses turistas por esse “Brasilzão” continental é precária
  • Nossos aeroportos não são modernos
  • Há poucos profissionais bilíngues (no mínimo)
  • Há uma desvalorização do profissional do turismo, que, quase sempre, é substituído nas empresas por pessoas sem qualificações, para reduzir custos
  • O marketing e a comunicação das empresas com os potenciais clientes é  bastante fraco, quando falo em marketing das empresas, estou incluindo o próprio país, que pouco é divulgado lá fora.

Porém, esses eventos estão aumentando a divulgação do Brasil no exterior e a consequência disso é que haja um incremento de visitantes estrangeiros por aqui. E como nós, profissionais do turismo, vamos nos virar para receber bem essas pessoas? Acredito que dentro de nossas limitações, algumas providências devem ser tomadas, de forma bastante rápida:

  • É interessante fazermos cursos de aperfeiçoamento, atendimento ao cliente e até aprender um novo idioma
  • Vamos melhorar a nossa divulgação online, pois a maioria destes turistas, vai nos encontrar pela internet
  • É fundamental perceber que nós também temos que encontrar o nosso cliente
  • Investir em divulgação em dispositivos móveis é um ponto a mais para a sua empresa
  • Se relacione nas redes sociais com o seu potencial cliente (se relacionar não significa apenas criar uma página e fazer promoções)
  • Invista em pelo menos um profissional qualificado para o seu empreendimento
Assista o vídeo Brazil Sensational, produzido pelo Ministério do Turismo, e veja o nosso potencial, inspire-se!

Mídias sociais como diferencial para a indústria do turismo

O vazamento de petróleo provocado pela BP aconteceu no meio do nada, no Golfo do México, mas como todo caso de importância global ele também aconteceu nas mídias sociais. O governo dos E.U.A e a BP aprenderam (novamente) a dura lição que hoje em dia o controle da imagem e das informações é quase impossível. Isso significa que a indústria do turismo que gira em torno do golfo do México enfrentou um grande problema – imagens sem contexto – que ligaram toda a região a um número sem precedentes de imagens de manchas e animais encharcados de óleo, embora partes da região tivessem sido limpas.

Quando se pensa em turismo no Golfo do México, geralmente o que vem a cabeça é a Florida. O turismo é crucial para o estado, a Florida arrecada 20 dos 34 bilhões de dólares deixados pelos turistas todos os anos nessa região.

Em 11 de maio, cerca de três semanas após o vazamento, a Visit Florida (divisão de turismo do Estado) lançou uma campanha de marketing aproveitando-se das ferramentas de mídia social para divulgar informações sobre o vazamento. Eles criaram um website chamado Florida Live para fornecer em tempo real informações sobre como o vazamento afetou – ou não – a costa do Estado.

Ao longo do derramamento, o site acrescentou vários recursos, incluindo vídeo ao vivo das praias, mapas do Google com links para o Twitter de moradores lociais e páginas do Flickr. O tráfego do site da Flórida teve um aumento nas de 46% em suas visitas em relação ao mesmo período do ano passado, e bateu o seu tráfego na página do Facebook em cerca de dez vezes – e agora tem mais de 8.000 fãs.

O turismo na Florida continua sofrendo com o vazamento, mas tem aumentado em todo o estado no último trimestre – 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

A mídia social é um aspecto fundamental para o “turismo moderno”, por que conecta moradores locais com potenciais turistas. O Florida Live liga os tweets locais e fotos a um mapa do Google, agregando o conteúdo que os moradores e turistas já estavam criando, complementando os esforços que usam os meios tradicionais de mídia.

A estratégia de marketing mostrou-se muito apropriada para o estado da Florida. As praias estavam limpas em sua maior parte, então, ao invés de dizer as pessoas para visitarem suas praias, apesar de muitas áreas da costa do golfo estarem poluídas, o Visit Florida teve que descobrir como mostrar para as pessoas que as praias realmente estavam limpas e qual era a situação da área em tempo real através de câmeras, fotos e depoimentos dos moradores locais.

Tudo isso mostra o potencial das mídias sociais para as divisões estaduais de turismo. O Florida Live nasceu do vazamento de petróleo, mas as informações, conceitos e ferramentas construídas irão continuar muito além. Essa é uma forma de mostrar o compromisso com os visitantes e reforçar uma mensagem de confiança, que possuem um grande peso na hora de se escolher um destino para fazer turismo.

Fonte: Escave as Mídias Sociais

Cópias de clássicos são usadas para promover peças originais da Volkswagen

Quando procuramos um vídeo no youtube, geralmente acabamos clicando em alguma cópia barata, sátira ou mashup. A agência  AlmapBBDO viu uma oportunidade nesses vídeo para promover e incentivar o o uso de peças originais da Volkswagen nos carros.

Os vídeos falsificados tinham banners que diziam: “Não aceite imitações. Prefira peças originais. Clique aqui.” E quando os usuários clicavam nos banners, eram direcionados aos vídeos originais.

Resultados da campanha:

Para cada U$ 100,00 gastos, foram aproximadamente 125 mil visualizações e 500 cliques.

Campanha criativa, inteligente e divertida!

Marcas confundem promoção com relacionamento nas redes sociais

Postado por Bruno Mello

Cresce a cada dia o número de empresas promovendo ações de Marketing nas redes sociais. Elas reconheceram a importância de manter contato com seus clientes e potenciais consumidores no ambiente digital, mas ainda não perceberam o principal: não há como se relacionar com as pessoas se não meio da conversa. Muitas levam para os canais sociais o velho hábito da mídia tradicional e de massa: fazer promoção e deixar as pessoas falando sozinhas.

O Facebook tem sido o ambiente preferido das marcas. São inúmeros os casos de concursos culturais realizados por empresas, a cada instante, na maior rede social do mundo. É a febre do momento. Por dia, chegamos a receber pelo menos 10 sugestões de pauta relacionadas a empresas promovendo ações promocionais em suas fan pages. Muitas delas têm como objetivo apenas aumentar o número de seguidores, afinal, este é o principal foco quando pedem para curtir sua página. Poucas têm como meta aumentar o relacionamento com seus consumidores online.

Relacionar-se com os clientes e potencias clientes pelas redes sociais passa por oferecer conteúdo de qualidade, relevante, pertinente e útil que preste serviço ou promova entretenimento, além de responder às perguntas e participar das conversas. Mesmo assim, aumenta o número de empresas cujo foco no ambiente digital se resume em fazer ofertas e liquidações. As principais plataformas criadas por grandes varejistas, por exemplo, tem como foco principal a venda direta.

Mudança de paradigma
Na rede social, no entanto, a venda não pode ser direta. Tem que ser criado um relacionamento, uma conversa para aproximar a marca de seu target. Mais do que nunca, as pessoas não querem se relacionar com marcas sem propósito e sem assunto. Ninguém fala sozinho ou de um tema que não tenha interesse. As empresas precisam ter um propósito em comum com seus clientes, e promover conteúdo sobre ele. Será que o profissional de Marketing ainda não percebeu que seus potenciais consumidores não suportam mais tanta mensagem publicitária?

Essa discussão chega a ser ultrapassada. Mas, é incrível como os erros se repetem a cada instante. A grande maioria das marcas que está nas redes sociais parece estar preocupada apenas com o número de seguidores, de fans e de acesso. Ter um número X, Y ou Z, não é, nem de longe, medida de sucesso. Falar em engajamento também soa como uma métrica para mascarar a falta de um resultado claro e eficiente que, no final das contas, se converta em vendas.

Relacionamento eficaz nas redes sociais ajuda nas vendas, mas não pode ser confundido com concurso cultural. Ter uma pseudo-sacada criativa e fazer as pessoas seguirem ou curtirem uma página deveria ser a ponta de um iceberg de uma estratégia de conteúdo que seja, mais uma vez, relevante, pertinente e útil para o seu consumidor. Nas redes sociais as marcas não devem vender, mas, ajudar as pessoas a comprarem.

Fonte: Mundo do Marketing

5 dicas para entrar em mobile com o pé direito

Quer levar sua marca para smartphones e tablets? Saiba o que observar antes de mergulhar a fundo na mobilidade

Cris Simon, de Exame.com

São Paulo – O Brasil já tem 253 milhões de celulares, o que representa uma média de 1,29 linhas por habitante, de acordo com dados de 2012 da Anatel.

Além de mostrar que a classe C entrou em peso nas funcionalidades da plataforma mobile, esses números também demonstram um potecial de markerting em franca expansão.

Paul Gelb, vice-presidente e fundador da área de mobile da Razorfish, acredita que em até 10 anos, o marketing em smartphones e tablets será responsável pela maior fatia do bolo publicitário, ultrapassando até mesmo TV e internet.

Abaixo, veja 5 dicas de Gelb para quem quer começar as atividades na plataforma.

1 – Esteja bem acompanhado

Tenha certeza de que você tem um time capacitado e os talentos certos para trabalhar em projetos mobile internamente e em parceria com a agência.

“Mobile é uma coisa nova. O time que trabalhará nessa plataforma deve ter personalidade, expertises e conhecimento em diferentes áreas”, diz Paul Gelb.

2 – Observe a estrutura de sua empresa

Olhe para todos os lados de sua organização e tenha certeza de que você tem uma estrutura que comporta as novas atividades ou/e os recursos suficientes para modificar, adaptar e ampliar o que for preciso. Leve em conta todas as potenciais oportunidades.

“Mobile toca em muitas áreas diferentes do negócio. Se você é um varegista, pense em qual vai ser o objetivo do mobile dentro das lojas, no marketing e na administração do relacionamento com os consumidores, por exemplo”.

3 – Tenha foco nas pessoas, não na tecnologia

“É importante perceber que algumas coisas mudam e outras não. Algo que jamais deveria mudar é a maneira como você resolve um problema, e que deveria sempre começar com insights dos consumidores”, diz Paul Gelb.

“O que, de fato, os consumidores precisam? Que benefócio você estará levando a eles? Qual é o objetivo de seu negócio e o que você está realmente tentando comunicar?

Encontre um caminho pelo qual o mobile seja voltado unicamente a essas questões. A atividade da marca em mobile não deve começar por causa da tecnologia, mas com o uso da tecnologia, por causa das pessoas.

4 – Fato: você precisará de dinheiro

Não importa como você pensa em estruturar a empresa, você precisará de mais dinheiro e recursos, tanto para começar quanto para manter os negócios mobile em pé.

“Pense no que você fará inicialmente. Passe segurança para as pessoas da companhia de que os recursos que estão sendo alocados são importantes para levar a marca para o mobile”.

5 – Não espere a genialidade para começar

Você não precisa saber tudo e ter as soluções perfeitas para só então entrar em mobile. Tenha noção do espaço digital e pressa para começar. Pegue carona no que já está acontecendo.

“É um espaço que muda muito rapidamente. Você não terá tempo suficiente como teria em outros canais e circunstâncias”, aconselha Gelb.

Fonte: Exame.com

Abuse dos efeito das cores sobre o cérebro antes de criar sua marca!

Por Graziella BeHertzog
BSC comunicação

Você sabia que as cores influenciam nosso dia a dia?

Elas podem aumentar ou diminuir o nosso apetite, podem trazer relaxamento, excitação ou concentração cerebral, podem ativar emoções e também influenciam na hora da escolha do consumidor por um determinado produto.

Pesquisas mostram que 93% dos consumidores decidem a compra pelo visual,  85% dos consumidores decidem a compra pela cor e as cores aumentam o reconhecimento de uma maca em 80%. Outro dado importante mostra que 52% dos consumidores não visita novamente um site quando a estética não agrada. Interessante, não?

Que tipo de pessoa você deseja atrair para o seu negócio?

Quer atrair consumidores impulsivos? Utilize laranja, preto e azul. 
Se seu público alvo forem os consumidores com orçamento, abuse do azul marinho e verde piscina.
Use o pink, azul bebê e rosa se o seu cliente almejado for o cliente tradicional. 

Abaixo como os designers norte americanos utilizam as cores para criar as marcas:

AMARELO: usada para chamar a atenção.
VERMELHO: aumenta a frequência cardíaca e a sensação de urgência. Usada em liquidações.
AZUL: passa a sensação de confiança e segurança. Usada em bancos.
VERDE: traz a sensação de relaxamento.
ROSA: romantismo. Usada para promover produtos femininos.
PRETO: poder. Usada para a promoção de produtos de luxo.
ROXO: calmante e suavizante. Usada em produtos de beleza e anti-aging.

Então, que tal utilizar desse sútil poder de influência das cores na hora de criar a identidade visual da sua marca?

Veja na imagem abaixo como as cores agem em nosso cérebro: