10 curiosidades sobre o Google

1 – Ao fazer uma busca no Google, você pesquisa em um índice de páginas coletadas pela empresa na web. O buscador tem indexados vários bilhões de páginas e o Caffeine (atual Index) tem mais de 100 milhões de gigabytes de dados.

2 – Em média um resultado de busca leva um quarto de segundo para ser respondido. Um piscar de olhos tem um décimo de segundo.

3 – Mais de 1 mil anos de mão de obra foram gastos nos desenvolvimento do alogaritimo de busca do Google.

4 – O Google já respondeu 450 bilhões de expressões de busca diferentes desde 2003. A cada dia 16% das buscas são competamente novas.

5 – Em média uma busca no Google viaja 2,4 mil Km pela rede para levar a resposta ao usuário.

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6 – Para cada busca o Google leva em conta mais de 200 sinais para dar a reposta mais perfeita possível. O pagerank, o mais conhecido, é apenas um deles.

7 – Mais de 200 experimentos são feitos pelo Google na busca a todo o momento. Em 2011, 58 mil experimentos foram testados e 530 deles se tornaram fixos.

8 – O tráfego de buscas por celulares e tablets dobra a cada ano, e aumentou em 5 dígitos em todo o mundo nos últimos 2 anos.

9 – A busca no Google está disponível em 146 línguas, inclusive algumas de mentira como Elmer Fudd e Klingon.

10 – O Google Transltate tem centenas de milhares de usuários em todo o mundo e o volume de uso aumentou em 10 vezes nos últimos 3 anos.

Fonte: Terra

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Turismo virtual? Conheça o Google World Wonders

O que você acharia de viajar pelos mais diversos atrativos turísticos do mundo utilizando o seu computador?

Nesse ano o Google lançou o World Wonders, um projeto online no qual o “turista” pode visitar  locais que são patrimônio da humanidade do mundo antigo e do mundo moderno através de Internet sem sair da frente da tela de seu computador. Atualmente, cerca de 150 locais podem ser visitados através de textos, vídeos, fotos e até modelos em 3D, como é o caso do  Palácio de Versalhes, na França.

O Google World Wonders, além de ser uma fonte de diversão para o “turista virtual”, pode ser utilizado para ensinar história e geografia de uma maneira inovadora para estudantes de todo o mundo. O projeto conta com a colaboração de importantes entidades como a UNESCO e a fundação World Monuments Fund, além utilizar a tecnologia do Street View.

O Brasil está representado pela cidade histórica do Ouro Preto, o centro histórico de Diamantina e o Santuário de Bom Jesus de Congonhas.

Conheça mais através do vídeo abaixo:

Infográfico: participação de homens e mulheres nas redes sociais

Hoje em dia existem diversas redes sociais, o que pode causar uma certa confusão na hora de planejar uma estratégia de marketing e publicidade online. Por isso é muito importante que conheçamos alguns dados de cada rede social para decidir, enfim, qual a melhor alternativa para o seu negócio.

Das redes sociais mais conhecidas no Brasil, o Pinterest, o Ning, o Twitter e o My Space são as preferidas entre as mulheres e o Badoo, o Digg, o Del.icio.us e o Google+ são as mais usadas pelos homens. Em relação às redes OrkutFoursquare, Instagram, Facebook, Youtube, Linkedin e Flickr há praticamente um equilíbrio. Em breve falaremos sobre cada rede social aqui em nosso blog.

Abaixo, um Infográfico com informações compiladas por David McCandless que mostra a participação de homens e mulheres nas principais redes sociais:

Você tem ideia do volume de conteúdo inserido a cada minuto na internet?

O infográfico que mostraremos hoje foi feito pela DOMO e mostra a quantidade de informações inseridas por minuto na internet. São milhões de pessoas adicionando fotos, vídeos, textos e compartilhando conhecimentos e informações.

No Brasil temos atualmente cerca de 80 milhões de pessoas com acesso à internet. Um número muito elevado de pessoas que está se informando, fazendo pesquisas de preços e comprando online, além de outro fato muito importante para as empresas, fazendo a velha propaganda boca a boca online. Você acha que sua empresa pode ficar de fora?

Para vocês terem uma ideia do quão gigantesco é o volume de informações inseridos na internet, dê uma olhada no infográfico  “Every Minute of the Day”, mas antes, destacamos algumas das informações que consideramos mais relevantes para o público brasileiro (frisamos que esses números gigantescos são para 1 minuto):

  • Youtube: 48 horas de vídeos são adicionados no site
  • E-mails: aproximadamente 204 milhões  enviados
  • Google: mais de 200 milhões de buscas
  • Facebook: 684.500 compartilhamentos
  • Twitter: 100 mil tweets
  • Marcas e empresas no facebook: quase 35 mil curtidas

Marketing para o turismo: Google promete avanço revolucionário no Maps

A notícia do portal IDGNOW! sobre grandes avanços no Google Maps certamente trará mais oportunidades para as empresas do setor turístico divulgarem os seus empreendimentos para o mundo através da internet, principalmente para quem estiver utilizando os seus dispositivos móveis, o que é muito comum durante uma viagem. Aguardaremos as próximas novidades para repassar para vocês:

Por Jared Newman, PCWorld/EUA

Tentando decifrar os rumores sobre o produto de mapeamento próprio que a Apple deve lançar, gigante das buscas lança novidades para seu serviço

O Google irá sediar um evento esta semana para falar sobre a “próxima dimensão” do Google Maps – cinco dias antes que a Apple provavelmente lance seu próprio produto de mapeamento para iOS em sua WWDC.

“Neste encontro, direcionado apenas para convidados da imprensa, Brian McClendon, vice-presidente do Google Maps e do Google Earth, lhe dará um olhar por trás das cenas do Google Maps e compartilhará a nossa visão”, diz o comunicado enviado a diversas publicações. “Também daremos uma demo de algumas das mais novas tecnologias e proporcionaremos uma espiada em recursos programados que ajudam as pessoas a chegar onde elas querem ir – tanto física como virtualmente”.

Uma reportagem do mês passado da 9to5Mac alegou que a Apple irá largar o Google Maps na próxima versão do IOS, e usará um serviço próprio de mapeamento. A Apple adquiriu várias empresas do ramo de mapeamento ao longo dos últimos anos, e pode finalmente estar pronta para enfrentar o Google Maps. A gigante de Mountain View pode estar tentando antecipar o anúncio da Apple com promessas de grandes novidades. É uma incógnita o que o Google irá anunciar, mas, dado o termo “próxima dimensão” no convite, podemos ver alguns novos mapeamentos 3D semelhantes aos que os rumores indicam que a Apple irá anunciar para o iOS6.

Além disso, o ícone de marcador de locais no convite é o mesmo que o Google usa para designar as corporações. É possível que a líder das buscas expanda a pesquisa de locais corporativos com seu app do Maps e forneça mais recomendações sobre onde ir. A linguagem no convite – “ajuda as pessoas a chegar onde eles querem ir” – dá algum crédito a essa teoria.

Buscador Google adiciona novo recurso e fica mais inteligente

O Google apresentou no dia 16/05  uma nova ferramenta para complementar os resultados de uma pesquisa em seu mecanismo de busca. Intitulado “Knowledge Graph” (“Gráfico de Conhecimento”, na tradução livre), a novidade apresenta um sistema muito mais dinâmico e veloz para que o internauta localize a informação que deseja com ainda mais dados complementares dentro do buscador.

De acordo com os sites Google Inside Search e Google Discovery, a principal diferença entre o atual e o novo formato do Google é que o site não fará mais pesquisas apenas pelas palavras-chave digitadas. Além delas, é realizada uma filtragem mais profunda em busca de termos interligados e, por fim, somados aos resultados de acordo com os itens pesquisados. Isso envolve curiosidades, estatísticas e até detalhes técnicos, apresentados de modo que o usuário saiba ainda mais sobre o tema, ou encontre tópicos relacionados ao assunto pesquisado.

O Knowledge Graph também pode informar ao internauta sobre eventos, atividades e locais interessantes para se visitar em um determinado local do planeta. Outra característica do serviço é de dizer ao usuário se outras pessoas estão fazendo aquela mesma busca naquele momento, ou se outras pessoas fizeram recomendações sobre aquele local.

Disponível para desktops e smartphones (a partir da versão 2.2 do Android e versão 4 do iOS), no momento o recurso está habilitado apenas para os Estados Unidos, e não há previsão de lançamento aqui no Brasil.

Abaixo, um vídeo que mostra mais do funcionamento do Knowledge Graph:

Fonte: Olhar Digital

Dicas para sua marca nas redes sociais – Parte II

5 – Sites para pôr no bolso

Descobrir que tipo de conteúdo seria útil para que os clientes acessassem no celular foi o primeiro desafio da equipe do portal Minha Vida, especializado em saúde e bem-estar, quando surgiu a ideia de criar um apli­cativo móvel. No site da empresa, o principal serviço procurado pelos clientes é uma consultoria de nutricionistas, que aju­dam os usuários cadastrados a emagrecer.

“No celular, nos con­centramos em oferecer gratuitamente uma calculadora de calorias para cerca de 4.000 alimentos”, diz Daniel Wjuniski, de 32 anos, um dos sócios do Minha Vida.

O aplicativo, disponível para celulares iPhone e Android, já foi baixado mais de 500.000 vezes desde que foi lançado, em 2011. Recentemente, o portal lançou um segundo aplicativo móvel, que dispara alertas na tela do celular para ajudar o usuário a cumprir seus horários de alimentação previamente definidos, como o horário de beber água, comer uma fruta ou tomar um lanche.

O aplicativo pode ser integrado ao Facebook, o que faz com que os progressos sejam compartilhados com os amigos. “À medida que a população substitui celulares mais antigos por modelos com GPS e conexão 3G, os aplicativos móveis se tornam cada vez mais interessantes para empresas promoverem suas marcas”, diz Pedro Anísio Silva, diretor da consultoria paulista Parsec Digital. “Os smartphones acabam se transformando num poderoso canal de relacionamento com os clientes.”

Não faz muito tempo, criar aplicativos para celular era praticamente inviável para pequenas e médias empresas – o custo de produção chegava a 50 000 reais. “Hoje, o mercado já oferece sistemas com layout e recursos de localização por GPS pré-programados que custam em torno de 5 000 reais”, diz Silva.

6 – A vitrine é no YouTube

Produzir vídeos para compartilhar na internet pode ser uma forma barata de se relacionar com os clientes. Recentemente, os em­preendedores Alexandre Ottoni, de 31 anos, e Deive Passos, de 25, fundadores do site Jovem Nerd, criaram um canal no YouTube para ampliar a comunicação com os jovens entre 18 e 35 anos. A marca Jovem Nerd surgiu em 2002 de um blog de humor e notícias que cobre assuntos como cinema, histórias em quadrinhos, ciência e tecnologia.

Desde então, o site virou um negócio próprio, bancado principalmente por anunciantes. Hoje, além do blog, a empresa produz dois programas semanais em podcast e videocast e mantém uma loja virtual que vende camisetas, canecas e outros acessórios.

“No YouTube postamos nossos programetes em vídeo e aproveitamos para aparecer usando os produtos que estão à venda no site”, diz Ottoni. A produção de cada programa custa menos de 100 reais para a empresa e é visto por 60.000 pessoas, em média.

No período de exibição, as vendas dos produtos expostos em vídeo crescem em torno de 20%. “Conseguimos aumentar o giro de artigos que ficavam meses parados no estoque”, diz Ottoni.

Um recurso gratuito que pode ser usado por empresas que hospedam o conteúdo no YouTube são as estatísticas de audiência, que permitem conhecer a localização de quem assistiu ao vídeo e os trechos que mais prenderam a atenção dos internautas.

7 – Palavras vendedoras

Ainda hoje, é difícil planejar uma campanha de marketing na internet que não contemple buscadores como Google, Yahoo! e Bing. “Só o Google é usado por 60% dos internautas, que fazem mais de 2,5 bilhões de consultas diárias”, diz Henrique Russowski, da consultoria Jüssi Intention.

Há duas maneiras de uma empresa aparecer nas pesquisas. Uma é incluir no site conteúdo que chame a atenção das máquinas programadas pelos sistemas de busca. A outra é comprar palavras que façam o site aparecer entre os links patrocinados, que ficam no topo das páginas que apresentam os resultados das pesquisas.

É a estratégia da rede de franquias de estética Onodera, de São Paulo. O maior chamariz da empresa para captar novos clientes é fornecer uma primeira avaliação gratuita em qualquer uma de suas 54 clínicas. Recentemente, a empresa passou a comprar no Google combinações de termos relacionados a problemas estéticos, como “estrias”, “celulite” e “gordura localizada”.

Assim, clientes que procuram informação sobre tratamentos para esses problemas costumam ver anúncios da Onodera em destaque. “A intenção era convidar as pessoas no momento em que estavam pré-dispostas a consumir nossos serviços”, diz Lucy Onodera, de 27 anos, filha da fundadora, que hoje comanda o negócio. “Atualmente, 10% das receitas vêm de clientes que agendaram uma avaliação inicial clicando em links patrocinados.”

Os buscadores cobram pelo número de cliques feitos no anúncio – o preço varia de 5 centavos a 8 reais. O anunciante compra determinado valor em créditos e pode programar sua exibição sempre que os internautas de uma cidade ou região fizerem pesquisas sobre algo relacionado a seus produtos e serviços.

Fonte: Exame.com