Mídias sociais como diferencial para a indústria do turismo

O vazamento de petróleo provocado pela BP aconteceu no meio do nada, no Golfo do México, mas como todo caso de importância global ele também aconteceu nas mídias sociais. O governo dos E.U.A e a BP aprenderam (novamente) a dura lição que hoje em dia o controle da imagem e das informações é quase impossível. Isso significa que a indústria do turismo que gira em torno do golfo do México enfrentou um grande problema – imagens sem contexto – que ligaram toda a região a um número sem precedentes de imagens de manchas e animais encharcados de óleo, embora partes da região tivessem sido limpas.

Quando se pensa em turismo no Golfo do México, geralmente o que vem a cabeça é a Florida. O turismo é crucial para o estado, a Florida arrecada 20 dos 34 bilhões de dólares deixados pelos turistas todos os anos nessa região.

Em 11 de maio, cerca de três semanas após o vazamento, a Visit Florida (divisão de turismo do Estado) lançou uma campanha de marketing aproveitando-se das ferramentas de mídia social para divulgar informações sobre o vazamento. Eles criaram um website chamado Florida Live para fornecer em tempo real informações sobre como o vazamento afetou – ou não – a costa do Estado.

Ao longo do derramamento, o site acrescentou vários recursos, incluindo vídeo ao vivo das praias, mapas do Google com links para o Twitter de moradores lociais e páginas do Flickr. O tráfego do site da Flórida teve um aumento nas de 46% em suas visitas em relação ao mesmo período do ano passado, e bateu o seu tráfego na página do Facebook em cerca de dez vezes – e agora tem mais de 8.000 fãs.

O turismo na Florida continua sofrendo com o vazamento, mas tem aumentado em todo o estado no último trimestre – 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

A mídia social é um aspecto fundamental para o “turismo moderno”, por que conecta moradores locais com potenciais turistas. O Florida Live liga os tweets locais e fotos a um mapa do Google, agregando o conteúdo que os moradores e turistas já estavam criando, complementando os esforços que usam os meios tradicionais de mídia.

A estratégia de marketing mostrou-se muito apropriada para o estado da Florida. As praias estavam limpas em sua maior parte, então, ao invés de dizer as pessoas para visitarem suas praias, apesar de muitas áreas da costa do golfo estarem poluídas, o Visit Florida teve que descobrir como mostrar para as pessoas que as praias realmente estavam limpas e qual era a situação da área em tempo real através de câmeras, fotos e depoimentos dos moradores locais.

Tudo isso mostra o potencial das mídias sociais para as divisões estaduais de turismo. O Florida Live nasceu do vazamento de petróleo, mas as informações, conceitos e ferramentas construídas irão continuar muito além. Essa é uma forma de mostrar o compromisso com os visitantes e reforçar uma mensagem de confiança, que possuem um grande peso na hora de se escolher um destino para fazer turismo.

Fonte: Escave as Mídias Sociais

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Geração X, Y, Z, Geração C, Geração Net???

Por Graziella BeHertzog
Diretora Executiva – BSC comunicação

Quase todo mundo conhece aquelas famosas denominações para essas últimas gerações, que de alguma forma estão vivenciando a Era Digital. Abrindo um parênteses: antes das citadas abaixo, temos as gerações dos veteranos e dos bommers, que vamos deixar de lado nesse post.

A Geração X é aquela turma nascida nas nos anos 60 até o final da década de 70, e que hoje tem entre seus 30 e 50 anos. São considerados apáticos politicamente, individualistas no trabalho, ou seja, não são fiéis às organizações, priorizando os seus interesses pessoais, porém, trabalham com entusiamo quando tem um foco definido e se sentem bastante à vontade com a tecnologia disponível, utilizando-a ao seu favor.

A Geração Y é aquela galerinha nascida entre o final dos anos 70 até o ano 2000, que hoje tem entre seus 12 e 30 e poucos anos. São considerados otimistas em relação ao futuro e tem a pretensão de mudar o mundo em questões ecológicas. Muitos vivenciaram todas as transformações ocorridas nos últimos 15 anos e por causa dessas mudanças tão velozes, no trabalho, acabam sendo pessoas agitadas, imeditatistas, informais e bastante ansiosas. Gostam de trabalhar em equipe e acreditam que “a união faz a força” (o verno compartilhar faz todo o sentido para eles). Encaram com toda a naturalidade do mundo a tecnologia e tem a necessidade de estarem conectados praticamente full time.

Temos a Geração Z ou Net, que são aqueles nascidos após os anos 2000. Sobre essa geração, vou dedicar um próximo post, já que por serem ainda crianças e pré-adolescentes, ainda não se tem dados precisos, mas sabe-se que é uma turma que praticamente nasce com um chip na cabeça e com um smartphone nas mãos.

E também existe a  chamada Geração C. O interessante dessa turminha é que não há idade ou época de nascimento específica para eles (apesar da esmagadora maioria ter até 35 anos); e sim, algumas características básicas que definem esse grupo de pessoas: Conectados, Colaborativos, de Conteúdo. São aqueles que consideram as mídias sociais essenciais em suas vidas e se utilizam desse meio para relacionamentos de amizade, trabalho e amor, para o consumo de bens e serviços e para buscar conhecimentos. Esse é um grupo em crescimento exponencial e é importante entender o seu comportamento para que possamos dirigir o nosso marketing digital da melhor forma possível.

Abaixo, coloco um infográfico produzido pela Gaia Creative, com alguns dados sobre a Geração C:

Dicas para sua marca nas redes sociais – Parte II

5 – Sites para pôr no bolso

Descobrir que tipo de conteúdo seria útil para que os clientes acessassem no celular foi o primeiro desafio da equipe do portal Minha Vida, especializado em saúde e bem-estar, quando surgiu a ideia de criar um apli­cativo móvel. No site da empresa, o principal serviço procurado pelos clientes é uma consultoria de nutricionistas, que aju­dam os usuários cadastrados a emagrecer.

“No celular, nos con­centramos em oferecer gratuitamente uma calculadora de calorias para cerca de 4.000 alimentos”, diz Daniel Wjuniski, de 32 anos, um dos sócios do Minha Vida.

O aplicativo, disponível para celulares iPhone e Android, já foi baixado mais de 500.000 vezes desde que foi lançado, em 2011. Recentemente, o portal lançou um segundo aplicativo móvel, que dispara alertas na tela do celular para ajudar o usuário a cumprir seus horários de alimentação previamente definidos, como o horário de beber água, comer uma fruta ou tomar um lanche.

O aplicativo pode ser integrado ao Facebook, o que faz com que os progressos sejam compartilhados com os amigos. “À medida que a população substitui celulares mais antigos por modelos com GPS e conexão 3G, os aplicativos móveis se tornam cada vez mais interessantes para empresas promoverem suas marcas”, diz Pedro Anísio Silva, diretor da consultoria paulista Parsec Digital. “Os smartphones acabam se transformando num poderoso canal de relacionamento com os clientes.”

Não faz muito tempo, criar aplicativos para celular era praticamente inviável para pequenas e médias empresas – o custo de produção chegava a 50 000 reais. “Hoje, o mercado já oferece sistemas com layout e recursos de localização por GPS pré-programados que custam em torno de 5 000 reais”, diz Silva.

6 – A vitrine é no YouTube

Produzir vídeos para compartilhar na internet pode ser uma forma barata de se relacionar com os clientes. Recentemente, os em­preendedores Alexandre Ottoni, de 31 anos, e Deive Passos, de 25, fundadores do site Jovem Nerd, criaram um canal no YouTube para ampliar a comunicação com os jovens entre 18 e 35 anos. A marca Jovem Nerd surgiu em 2002 de um blog de humor e notícias que cobre assuntos como cinema, histórias em quadrinhos, ciência e tecnologia.

Desde então, o site virou um negócio próprio, bancado principalmente por anunciantes. Hoje, além do blog, a empresa produz dois programas semanais em podcast e videocast e mantém uma loja virtual que vende camisetas, canecas e outros acessórios.

“No YouTube postamos nossos programetes em vídeo e aproveitamos para aparecer usando os produtos que estão à venda no site”, diz Ottoni. A produção de cada programa custa menos de 100 reais para a empresa e é visto por 60.000 pessoas, em média.

No período de exibição, as vendas dos produtos expostos em vídeo crescem em torno de 20%. “Conseguimos aumentar o giro de artigos que ficavam meses parados no estoque”, diz Ottoni.

Um recurso gratuito que pode ser usado por empresas que hospedam o conteúdo no YouTube são as estatísticas de audiência, que permitem conhecer a localização de quem assistiu ao vídeo e os trechos que mais prenderam a atenção dos internautas.

7 – Palavras vendedoras

Ainda hoje, é difícil planejar uma campanha de marketing na internet que não contemple buscadores como Google, Yahoo! e Bing. “Só o Google é usado por 60% dos internautas, que fazem mais de 2,5 bilhões de consultas diárias”, diz Henrique Russowski, da consultoria Jüssi Intention.

Há duas maneiras de uma empresa aparecer nas pesquisas. Uma é incluir no site conteúdo que chame a atenção das máquinas programadas pelos sistemas de busca. A outra é comprar palavras que façam o site aparecer entre os links patrocinados, que ficam no topo das páginas que apresentam os resultados das pesquisas.

É a estratégia da rede de franquias de estética Onodera, de São Paulo. O maior chamariz da empresa para captar novos clientes é fornecer uma primeira avaliação gratuita em qualquer uma de suas 54 clínicas. Recentemente, a empresa passou a comprar no Google combinações de termos relacionados a problemas estéticos, como “estrias”, “celulite” e “gordura localizada”.

Assim, clientes que procuram informação sobre tratamentos para esses problemas costumam ver anúncios da Onodera em destaque. “A intenção era convidar as pessoas no momento em que estavam pré-dispostas a consumir nossos serviços”, diz Lucy Onodera, de 27 anos, filha da fundadora, que hoje comanda o negócio. “Atualmente, 10% das receitas vêm de clientes que agendaram uma avaliação inicial clicando em links patrocinados.”

Os buscadores cobram pelo número de cliques feitos no anúncio – o preço varia de 5 centavos a 8 reais. O anunciante compra determinado valor em créditos e pode programar sua exibição sempre que os internautas de uma cidade ou região fizerem pesquisas sobre algo relacionado a seus produtos e serviços.

Fonte: Exame.com

Dicas para sua marca nas redes sociais – Parte I

7 estratégias inteligentes usadas por pequenas empresas para divulgar suas marcas em redes sociais e sites de buscas”

São Paulo – Já foi o tempo em que investir em links patrocinados no Google era a única alternativa à disposição das pequenas e médias empresas para anunciar produtos e serviços na internet. Nos últimos anos, a popularização de redes sociais, como Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube e Foursquare, abriu novos espaços para a comunicação direta com potenciais consumidores.

De acordo com dados da comScore – consultoria americana que pesquisa a audiência na internet -, as mídias sociais atualmente absorvem 70% do tempo que os internautas brasileiros passam conectados, hoje em torno de 42 horas mensais, em média.

O desafio para as empresas agora é descobrir como chamar a atenção dos internautas nos momentos em que eles trocam fotos das férias, conversam com os amigos, contam piadas, compartilham vídeos ou publicam posts reclamando de outras empresas.

“É preciso ter muito tato para passar a mensagem correta sem parecer um chato intrometido”, diz Leandro Kenski, diretor da Media Factory, consultoria paulista de marketing digital. “Existem anúncios que acabam sendo desastrosos de tão invasivos. É como se os vendedores de uma empresa interrompessem um bate-papo no bar para oferecer uma geladeira.”

A seguir, conheça sete estratégias usadas por empreendedores que conseguiram bons resultados nos investimentos em marketing nas mídias sociais depois de identificar o público-alvo e escolher a ferramenta mais adequada a cada situação.

1 – Em busca de novos fãs

Campanhas de marketing digital costumam envolver um conjunto de iniciativas em diversas frentes – e frequentemente uma acaba por influenciar a outra.

No caso da Alice Disse, loja virtual de acessórios femininos fundada em 2003 no Rio de Janeiro, tudo começou com a atividade de sua dona, a carioca Mirna Ferraz, de 37 anos, no Twitter – ela costumava escrever mensagens de 140 caracteres para anunciar promoções de sapatos, bolsas e bijuterias. “Em algumas ocasiões, as promoções despertavam tanto interesse que o site da empresa saía do ar”, diz Mirna.

O rebuliço que as mensagens causavam a fez pensar em criar uma fan page, como são chamadas as comunidades do Facebook que reúnem potenciais clientes e admiradores de uma marca. A experiência acumulada no Twitter foi importante para que Mirna encontrasse a receita de como conquistar fãs no novo canal.

“Ganho a confiança das pessoas por participar das discussões de um jeito informal, em que desabafo até mesmo sobre os problemas que acontecem em qualquer empresa, como eventuais defeitos de fabricação”, diz ela. “Eu mesmo gerencio a página, que se transformou num grande fórum de ideias para a Alice Disse.”

Desde março de 2010, quando a fan page entrou no ar, mais de 30.000 pessoas clicaram em “Curtir” nos comentários de Mirna no Facebook. Os fãs a ajudam a aprovar estampas para os tecidos de novas coleções. Seus comentários também fizeram a empresa começar a estudar a abertura de uma loja em São Paulo – hoje, além do site, a Alice Disse tem três unidades no Rio de Janeiro.

Na fan page da Alice Disse, os seguidores recebem indicações de livros e filmes e ficam sabendo de eventos como shows musicais e peças de teatro. “Os seguidores do Facebook querem conversar”, diz Gabriela Hunnicutt, diretora da Bold, produtora de conteúdo para redes sociais. “Eles se irritam com empresas que só querem fazer propaganda.”

2 – Lojinha no Facebook

Quem trabalha com vendas online sabe que o índice de confirmação de compras cai drasticamente quando o usuário é direcionado de um site a outro para fechar o negócio. Por que, então, não cortar caminho e permitir que os clientes comprem diretamente a partir da página da empresa no Facebook, em vez de fazê-los clicar num link que os levam a outro site?

É o que está fazendo a Kanui, loja virtual de artigos esportivos com 200.000 fãs no Facebook. Há três meses, a empresa está testando as vendas de alguns de seus produtos no modelo que os especialistas chamam de social commerce, uma evolução do comércio eletrônico em que o comprador é influenciado pelas indicações dos amigos.

“Por enquanto, colocamos em nossa lojinha do Facebook alguns itens”, diz Marcelo Marques, de 28 anos, sócio da Kanui. “Queremos descobrir que tipo de comentário espontâneo as pessoas fazem e se os usuários recomendam os produtos a seus amigos.”

A empresa usa um sistema chamado Like­Store, desenvolvido pelo brasileiro Gabriel Borges. “O Facebook chegou a um estágio de maturidade no Brasil”, diz Borges. “Hoje, faz sentido tratar a base de fãs e amigos da rede social de forma comercial.” De acordo com ele, a cada dia cerca de 50 lojinhas são criadas com o sistema LikeStore. “Ficamos com uma comissão de 2% sobre as vendas”, diz Borges.

3 – Falando com quem decide

Em 2010, o engenheiro Daniel Uchôa, de 31 anos, encontrou na rede social profissional LinkedIn um canal para divulgar seus produtos a potenciais clientes da OvermediaCast, que monitora a audiência de vídeos online.

A empresa havia acabado de ser criada, e Uchôa enfrentava uma dificuldade comum a novos empreendedores à frente de negócios que precisam conquistar clientes corporativos – apresentar-se a quem tem poder de decisão para fechar os primeiros contratos.

“Pelo LinkedIn, consegui contatar mais de 500 editores de vídeo, diretores de marketing de grandes empresas e executivos de agências de publicidade”, diz Uchôa. “Desses contatos iniciais, 170 negociações foram adiante”.

Para chegar a esses contatos, Uchôa usou duas ferramentas do LinkedIn. Uma é o perfil pago — por uma mensalidade de 40 reais, o usuário pode saber quem acessou seu perfil e enviar e-mails para pessoas que não fazem parte de sua rede de contatos.

Outra ferramenta são os links patrocinados, um tipo de anúncio semelhante ao do Google, que podem ser exibidos a um público pré-selecionado por localização geográfica e pelo cargo que ocupam nas empresas.

“O LinkedIn não serve só para quem quer divulgar currículos e procurar trabalho”, afirma Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor do site no Brasil. “Ao permitir a conexão com outros profissionais e revelar as relações que eles mantêm entre si, o ambiente se torna propício para empresas que pretendem fazer negócio com outras companhias.”

Desde abril de 2010, quando o LinkedIn foi traduzido para o português, o número de usuários brasileiros passou de 1 milhão para 6 milhões. No mundo todo, 135 milhões de profissionais mantêm seus perfis na rede.

4 – O cliente está aqui

Até seis anos atrás, ninguém imaginava compartilhar acontecimentos do dia a dia em mensagens de 140 caracteres. Divulgar na web os lugares frequentados a cada momento – com mapa e tudo – poderia parecer uma estultície maior ainda. Pois um dos hits mais recentes da internet, o Foursquare, é uma rede social criada exatamente para isso.

A ferramenta existe desde 2009, e hoje é usada por mais de 250 000 usuários no Brasil que gostam de dizer aos amigos do Twitter e do Facebook onde estão e o que fazem — a localização é capturada em tempo real pelo GPS dos smartphones.

Mais que dizer onde se está, dá para registrar comentários sobre o local. Estabelecimentos comerciais não demoraram a inventar formas de se aproximar desse pessoal — a estratégia mais comum é promover ofertas para quem é frequentador assíduo.

A rede paulistana de pizzarias 1900 dá descontos de 10% a quem mais bate cartão durante a semana. “Por enquanto, testamos a ferramenta em uma de nossas quatro unidades”, diz Erik Momo, de 42 anos, sócio da pizzaria. “O retorno tem sido bom, pois viramos ponto de encontro de grupos de amigos conectados.”

Fonte: Exame.com

Após o IPO, conheça 15 curiosidades sobre o Facebook

Por Kristin Burnham, da CIO/US

Você sabia que os usuários compartilham 250 milhões de fotos por dia ou que Zuckerberg gastou US$ 500 mil em 2011 só com aviões fretados?

Após meses de especulação, o Facebook tornou-se público e lançou suas ações na Bolsa de Valores Nasdaq, em Nova York, nos Estados Unidos.

A companhia, cujo valor de mercado estimado é de 104 bilhões de dólares, foi criada em um dormitório na Universidade Harvard, em Massachusetts, e se tornou a maior rede social do mundo. A seguir veja 15 fatos curiosos que a fizeram chegar aonde chegou – ou a impediram de ir mais longe.

  1. Os usuários do Facebook compartilham mais de 250 milhões de fotos por dia no portal. Sean Parker, co-fundador do Napster e um dos primeiros a investir na rede social, foi quem convenceu Mark Zuckerberg a adicionar o recurso, um dos mais populares da plataforma. A princípio, Zuckerberg era contra.
  2. Todo mundo sabe que o Facebook coleta uma quantidade incalculável de dados de seus 900 milhões de membros. Para guardar isso, porém, haja armazenamento. Ano passado, só com fotos e vídeos, foram 100 petabytes – 1 petabyte equivale a 1024 terabytes – que ocupam duas vezes mais espaço do que todos os textos já escritos pelo homem, considerando todos os idiomas.
  3. Você sabe quem aceitou sua amizade? A maioria, certamente. Estatísticas apontam que 80% dos pedidos são aceitos.
  4. Um usuário que acessa o Facebook muitas vezes ao dia é 43 vezes mais propenso a acreditar nas pessoas do que outros internautas, e três vezes mais em relação a pessoas que sequer conectam á Internet.
  5. Em 2011 a rede social arrecadou 3,7 bilhões de dólares, dos quais 1 bilhão virou lucro. No ano anterior, o saldo ficara em 606 milhões.
  6. A participação de 28% que Zuckerberg possui em sua empresa equivale a pouco mais de 29 bilhões dólares.
  7. Em 2011 Zuckerberg ganhou 1,5 milhão de dólares como compensação e 500 mil de salário. Este ano, porém, ele reduziu seu rendimento fixo para apenas um dólar – assim como Steve Jobs fizera em 2010.
  8. Quase metade do dinheiro obtido como compensação, 700 mil dólares, foi usada por Zuckerberg para alugar aviões fretados, como parte de um “abrangente programa de segurança”
  9. Quem deve ficar bastante satisfeito com o IPO são os engenheiros e desenvolvedores que mantêm o Facebook funcionando. Eles dividirão entre si uma fatia de 30% sobre o valor total da negociação. Como esta deverá ficar em 104 bilhões de dólares, o montante a ser repartido será de 31 bilhões.
  10. Na comparação com outros internautas, os usuários que acessam redes sociais diversas vezes ao dia são duas vezes e meia mais propensos a participar de uma campanha política, tem 57% mais chances de persuadir alguém sobre algum voto e 47% de divulgar o seu.
  11. No documento enviado para IPO, Zuckerberg aparece como criador ou co-criador de ao menos setes patentes. A empresa, porém, sabe que não inventou tudo que usa: ano passado gastou 51 milhões com patentes, mais do que os 33 milhões de 2010.
  12. Dois graus de distância (amigos de amigos) separam um usuário do Facebook de, em média, outros 156 mil membros.
  13. Quase 60% dos usuários de redes sociais restringem o acesso a seus perfis, mas as mulheres tendem a agir mais desta maneira.
  14. As mulheres, porém, são bem mais comunicativas. Elas costumam compartilhar conteúdo no Facebook 21 vezes por mês, número que cai para seis no caso dos homens.
  15. A companhia de Zuckerberg gastou 388 milhões de dólares com pesquisa e desenvolvimento ano passado. Mais que o dobro em relação a 2010 (87 milhões) e quase cinco vezes mais na comparação com 2009 (87 milhões).

Mídias sociais e os 12 tipos de consumidores online

Um estudo feito pela Proclientia e ExactTarget nos EUA e Europa revelou que quase 40% dos consumidores, ao receberem um e-mail marketing, procuram mais informações nas redes sociais e nos sites. Foram identificados também diferentes tipos de consumidores online, onde foram analisados os níveis de desempenho em mídias sociais considerando diferentes idades e níveis de renda. Esse é o tipo de informação essencial para a elaboração de qualquer ação de marketing nas mídias sociais.

Vejamos abaixo os 12 tipos de consumidores online identificados pela pesquisa:

Círculo de confiança
47% dos consumidores online se identificam com este grupo. Estão interessados em manter seus relacionamentos com familiares e amigos, e não no desenvolvimento de novos relacionamentos. Como clientes, sua atenção é difícil de entender. Há probabilidade de receber e-mails de marcas e não gostar quando uma empresa envia mensagens pelo Twitter ou Facebook.

Cauteloso
33% dos consumidores online acreditam que fazem parte deste grupo. São consumidores normalmente muito seletivos sobre com quem estão se comunicando e o tipo de informação que estão compartilhando na web. É muito importante que suas informações pessoais sejam tratadas com respeito pelas marcas. Eles são muito ativos nas redes sociais.

Candidato-Informação
33% dos consumidores online se identificam com este grupo. Eles vão para a web para encontrar e consumir informação. Não estão interessados em novos conteúdos, mas em recolher as opiniões através de análises de produtos e comentários de consumidores. Os membros deste grupo enxergam o Facebook como uma ferramenta para conversar com amigos e familiares e o Twitter como canal de informação. Um bom conteúdo no perfil da marca nas redes sociais é a melhor maneira de chamar sua atenção.

Entusiastas
Correspondem a 32% dos consumidores online. Este grupo procura manter contato com pessoas que têm interesses semelhantes. São jovens e bastante ativos tanto por e-mail quanto pelas redes sociais. Gostam de ser os primeiros a receber informações das marcas, mas exigem que essas informações sejam de boa qualidade e interessantes.

Quem está a procura de propostas
30% dos consumidores online estão neste grupo. Eles são caracterizados pela busca de ofertas e descontos em todos os canais disponíveis on-line: e-mail, Facebook, Twitter… Não são muito ativos na geração de seus próprios conteúdos, mas participam com comentários sobre os artigos, produtos ou empresas.

Compradores
Este grupo contém 24% dos consumidores online. Estão mais interessados em comprar quando estão na web, mas seus interesses não estão limitados às transações online. Gastam muito tempo pesquisando nas lojas. Estes consumidores estão mais interessados na qualidade que no preço. Têm mais de 25 anos e alto poder aquisitivo. 35% dos “compradores” indicam que preferem comprar marcas que consentiram enviar-lhes e-mails, 27% são mais propensos a comprar de marcas depois de segui-los no Twitter e 17% compram de marcas depois de estarem no perfil no Facebook.

Viciados em notícias
21% dos consumidores on-line fazem parte deste grupo. São caracterizados por usarem a web como fonte primária de informação para notícias e eventos. São contribuintes ativos nas mídias sociais, nomeadamente através da publicação de artigos e comentando sobre os outros. 65% deles têm mais de 35 anos. São mais propensos a ler artigos sobre produtos que os outros grupos.

Jogadores
Engloba 19% dos consumidores online. Eles estão interessados em notícias sobre video-games. É um grupo de baixo poder aquisitivo. O uso de redes sociais é feito especialmente para jogar e compartilhar experiências. Têm pouco interesse em seguir as marcas nestas redes.

Borboletas sociais
13% dos consumidores online acreditam que estão neste grupo. Fazer e manter muitos amigos sua prioridade. Usam as redes sociais para conversar com seus amigos, mas não colegas de trabalho. Estão interessados em receber ofertas e preferem enviar e-mails a fazê-lo pelo Facebook ou Twitter. São blogueiros ativos e fazem comentários pela rede.

Os negócios em primeiro lugar
8% dos consumidores online se identificam com este grupo. Estão na Internet para os negócios, procurando as últimas tendências, capturando contatos profissionais e abrindo oportunidades de emprego através de redes como o LinkedIn. Usam o e-mail com freqüência e são usuários ativos nas redes sociais, embora não possuam interesses em seguir marcas na internet. É mais fácil mantê-los como um fã pela promessa de atualizações de produto ou informação educacional do que por descontos e entretenimento.

Amplificadores
São 7% dos consumidores online. Os membros deste grupo desejam se conectar, educar e compartilhar recursos e informações com outras pessoas. As interações sociais são levadas muito a sério. 20% usam o Twitter diariamente e são três vezes mais torcedores das marcas do que o consumidor médio. Acreditam que o Facebook e o Twitter são a melhor maneira de lidar com as empresas.

Livro aberto
6% dos consumidores online fazem parte deste grupo. Caracterizam-se por exibir na web seus gostos, opiniões negativas etc. São livres na Web e podem deixar comentários inadequados ou muito controversos. Enquanto os “amplificadores” estão interessados em se conectar e aprender, os “livros abertos” querem divulgar suas experiências e conhecer pessoas para compartilhá-las. Quanto às marcas, podem ser seus maiores defensores ou detratores.

FONTE: CorpTV

Como o Pinterest pode ser útil para a sua carreira

Considerada a rede social mais promissora do ano, Pinterest pode tirar seu portfólio do ostracismo digital

São Paulo – Você já imaginou atrair a atenção de um headhunter com o mural de fotos que mantém (ou já manteve) em uma das paredes do seu quarto? Pois, dependendo da sua área de atuação, a rede social Pinterest tem potencial para assumir este papel.

Em linhas gerais, o Pinterest funciona exatamente como uma espécie de mural virtual de imagens e vídeos. Basta selecionar o material para incluí-lo em murais que você mesmo criou. De acordo com estudo do site Shareaholic, em fevereiro, o site desbancou o Twitter em termos de redirecionamento de audiência.

No Brasil, a popularidade do Pinterest ainda é tímida. Mesmo assim, para algumas carreiras é essencial marcar presença por lá, segundo André Telles, CEO da agência Mentes Digitais.

Neste momento, de maneira geral, o recrutador não irá olhar o perfil de ninguém no Pinterest para avaliar se o profissional é capacitado ou não, explica. Mas, de acordo com o especialista, em algumas áreas, como comunicação, design e moda, a rede pode tornar o trabalho (e perfil) profissional relevante.

1. Colocar holofotes no portfólio
De publicitários a designers gráficos, passando por especialistas em moda: todo profissional cujo trabalho tenha relação com imagens pode usar o Pinterest para expor seu portfólio.

Da mesma forma como uma empresa pode expor seus produtos, um profissional pode mostrar imagens do seu trabalho, afirma o especialista. A dica, neste caso, é segmentar seus boards e fazer uma galeria apenas com o seu portfólio.

Se sua área de atuação permite currículos criativos, não tenha pudores de alfinetar a versão em infográfico do seu currículo no Pinterest. Mas, lembre-se de descrevê-lo corretamente para que apareça nas buscas feitas pela rede.

2. Alfinetar sua marca pessoal
Aproveite o Pinterest para mostrar a multiplicidade de interesses que diferenciam você de outros profissionais. Neste ponto, é interessante colocar todas as suas habilidades (e talento) em evidência.

3. Aumentar sua relevância social
Quanto mais interessantes (e pioneiros) forem seus pins e boards mais chances você tem de se tornar influente na rede. E, em termos de mercado de trabalho, isso pode contar muito.

Por isso, a dica é adotar uma postura estratégica diante desta rede social. Você pode, por exemplo, taxar infográficos que tenham alguma relação com a sua carreira, afirma Telles.

Alfinetar imagens e vídeos que remetam para seu blog ou site profissional também é uma boa estratégia para atrair a atenção de profissionais da sua área de atuação – que podem ser potenciais empregadores no futuro.

4. Autopromoção em medidas homeopáticas
Agora, um alerta: ao contrário do LinkedIn, qualquer tentativa de autopromoção pode ter um efeito negativo para sua relevância no Pinterest. A essência da ferramenta é catalogar e compartilhar coisas que você ama.

Por isso, perfis altamente burocráticos e claramente voltados para a autopromoção tendem ao ostracismo. A dica para evitar isso é seguir, sim, a essência da rede com a noção de que, nas entrelinhas, isso pode falar muito sobre quem você é profissionalmente.

Fonte: Exame.com