Infográfico mostra o comportamento dos usuários nas redes sociais

Todos estão falando sobre isso, parece um assunto batido. No entanto, para quem trabalha com marketing e comunicação digital e também para quem pretende melhorar a publicidade e o marketing digital da sua empresa na internet, é um assunto que não tem fim, já que esses números mudam na mesma velocidade que a internet.

O infográfico abaixo foi elaborado  com base em uma pequisa realizada pela Hi.mídia, em parceria com a M.sense, em março deste ano que e analisou o comportamento de 484 pessoas nas redes sociais.

Dados a serem destacados desta pesquisa:

1 – 95% dos usuários de internet acessaram ao menos 1 rede social nos últimos 30 dias.

2 – Como todos imaginam o facebook é a rede social mais acessada –> 72% das pessoas acessam ao menos 1 vez por dia

3 – Um número crescente de pessoas está acessando as redes sociais através de dispositivos móveis, chegando a 25% quando se fala em twitter e 23% em facebook.

4 – 65% das pessoas comentam sobre a compra de produtos ou serviços nas redes sociais.

5 – 57% das pessoas curtem uma marca ou produto no facebook, sendo que 65% destas pessoas estão em busca de novidades sobre a marca.

6 – O facebook é mais utilizado para comunicação com amigos e familiares, ao passo que o twitter é usado mais para obtenção de informação rápida e instantânea.

7 – No facebook, mas da metade das pessoas é participante, ou seja, comenta, curte, compartilha e interage.

Os dados acima são muito importantes no momento de decidir em qual das redes sociais você vai colocar os seus maiores esforços. Que tipo de informação você quer passar para o seu cliente, quer tipo de interação deseja?

O ideal é termos pessoas capacitadas para administrar nossas informações nas redes sociais, pois pequenos erros podem atrapalhar em muito a imagem de nossa empresa perante o público, fora o fato de que na internet as informações se espalham muito rapidamente. Assim, é necessário cautela, planejamento e profissionalismo na hora de expor sua marca nas redes sociais.

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Infográfico: participação de homens e mulheres nas redes sociais

Hoje em dia existem diversas redes sociais, o que pode causar uma certa confusão na hora de planejar uma estratégia de marketing e publicidade online. Por isso é muito importante que conheçamos alguns dados de cada rede social para decidir, enfim, qual a melhor alternativa para o seu negócio.

Das redes sociais mais conhecidas no Brasil, o Pinterest, o Ning, o Twitter e o My Space são as preferidas entre as mulheres e o Badoo, o Digg, o Del.icio.us e o Google+ são as mais usadas pelos homens. Em relação às redes OrkutFoursquare, Instagram, Facebook, Youtube, Linkedin e Flickr há praticamente um equilíbrio. Em breve falaremos sobre cada rede social aqui em nosso blog.

Abaixo, um Infográfico com informações compiladas por David McCandless que mostra a participação de homens e mulheres nas principais redes sociais:

Perigos e Oportunidades das Redes Sociais – Parte 2

Continuando o post de ontem, assista a 2ª parte do vídeo da conversa de Luiz Henrique Freitas do Rede Mídia  com a professora e especialista em mídias sociais, Martha Gabriel.

Nessa parte do vídeo eles falam sobre a geração de empregos por causa da nuvem da internet, realidade aumentada, tecnologia móvel, citam o vídeo A Day Made of Glass, buscadores, desafios do marketing e redes sociais.

Perigos e Oportunidades das Redes Sociais

Hoje no Brasil cerca de 80 milhões de pessoas tem acesso à internet e a maioria dessas pessoas está nas redes sociais facebook, twitter e linkedin.

Por isso, estar nas redes sociais é fundamental para as empresas na hora de fazer um bom marketing e publicidade, já que elas propiciam um contato rápido e direto com os seus clientes e potenciais clientes. Porém, não basta criar uma página no facebook ou uma conta no twitter. É necessária uma estratégia bem planejada para que haja total sinergia entre suas ações nas redes sociais, seu envio de e-mail marketing, seu site e também suas ações offline como rádio, TV, anúncios em jornais, etc.

Assista a 1ª parte do vídeo no qual Luiz Henrique Freitas do Rede Mídia  conversa com a professora e especialista em mídias sociais, Martha Gabriel.

Marcas confundem promoção com relacionamento nas redes sociais

Postado por Bruno Mello

Cresce a cada dia o número de empresas promovendo ações de Marketing nas redes sociais. Elas reconheceram a importância de manter contato com seus clientes e potenciais consumidores no ambiente digital, mas ainda não perceberam o principal: não há como se relacionar com as pessoas se não meio da conversa. Muitas levam para os canais sociais o velho hábito da mídia tradicional e de massa: fazer promoção e deixar as pessoas falando sozinhas.

O Facebook tem sido o ambiente preferido das marcas. São inúmeros os casos de concursos culturais realizados por empresas, a cada instante, na maior rede social do mundo. É a febre do momento. Por dia, chegamos a receber pelo menos 10 sugestões de pauta relacionadas a empresas promovendo ações promocionais em suas fan pages. Muitas delas têm como objetivo apenas aumentar o número de seguidores, afinal, este é o principal foco quando pedem para curtir sua página. Poucas têm como meta aumentar o relacionamento com seus consumidores online.

Relacionar-se com os clientes e potencias clientes pelas redes sociais passa por oferecer conteúdo de qualidade, relevante, pertinente e útil que preste serviço ou promova entretenimento, além de responder às perguntas e participar das conversas. Mesmo assim, aumenta o número de empresas cujo foco no ambiente digital se resume em fazer ofertas e liquidações. As principais plataformas criadas por grandes varejistas, por exemplo, tem como foco principal a venda direta.

Mudança de paradigma
Na rede social, no entanto, a venda não pode ser direta. Tem que ser criado um relacionamento, uma conversa para aproximar a marca de seu target. Mais do que nunca, as pessoas não querem se relacionar com marcas sem propósito e sem assunto. Ninguém fala sozinho ou de um tema que não tenha interesse. As empresas precisam ter um propósito em comum com seus clientes, e promover conteúdo sobre ele. Será que o profissional de Marketing ainda não percebeu que seus potenciais consumidores não suportam mais tanta mensagem publicitária?

Essa discussão chega a ser ultrapassada. Mas, é incrível como os erros se repetem a cada instante. A grande maioria das marcas que está nas redes sociais parece estar preocupada apenas com o número de seguidores, de fans e de acesso. Ter um número X, Y ou Z, não é, nem de longe, medida de sucesso. Falar em engajamento também soa como uma métrica para mascarar a falta de um resultado claro e eficiente que, no final das contas, se converta em vendas.

Relacionamento eficaz nas redes sociais ajuda nas vendas, mas não pode ser confundido com concurso cultural. Ter uma pseudo-sacada criativa e fazer as pessoas seguirem ou curtirem uma página deveria ser a ponta de um iceberg de uma estratégia de conteúdo que seja, mais uma vez, relevante, pertinente e útil para o seu consumidor. Nas redes sociais as marcas não devem vender, mas, ajudar as pessoas a comprarem.

Fonte: Mundo do Marketing

Quatro redes sociais diferentes de tudo que você já viu

Cansado do Facebook ou Twitter? Conheça algumas redes sociais alternativas e cheias de recursos novos e divertidos

Ao mesmo tempo que o Facebook não para de crescer, outras redes sociais também ganham espaço na vida dos mais conectados. Se você é um daqueles que adora novidades e gosta de experimentar novos serviços, preste atenção nessas três redes que a gente separou no “Olhar na Web” desta semana.

Meio que na “surdina”, sem causar muito alarde, a Microsoft acaba de lançar sua própria rede social. A princípio, a rede funcionou apenas em algumas universidades norte-americanas, mas agora está disponível para qualquer pessoa – mas o foco, aqui, continua a ser o conhecimento. O site combina busca e compartilhamento de pesquisas. Dentro da rede é possível atualizar status, enviar fotos, compartilhar links e conversar com amigos. Assim como no Twitter, é possível seguir pessoas e até definir categorias de interesse específicas. Segundo a Microsoft, a ideia não é concorrer com o Facebook; mesmo porque é possível se cadastrar na nova rede utilizando os dados de acesso do próprio facebook ou ainda de contas da Microsoft Live. Aqui, em vez de “curtir” qualquer coisa, os usuários podem “sorrir” para as publicações dos amigos.

Outra rede que vem dando muito o que falar é o Pinterest. Aqui, a ideia é criar murais temáticos online. Além disso, é possível organizar e compartilhar imagens e vídeos que você encontra pela internet. A mecânica é básica e similar a outras redes; você pode curtir publicações, comentar e até republicar os “pins” de outros usuários. Na Pinterest, assim como no Twitter, também dá para seguir outras pessoas ou selecionar apenas os murais que desejar visualizar. Esses murais são divididos em categorias: artes, filmes, música, animais, estilo de vida e seções feitas especialmente para moda masculina e feminina. Aliás, esta rede também funciona como uma espécie de vitrine virtual. Na seção Gifts, o usuário encontra produtos de diversas lojas. Os preços variam entre 1 e 500 dólares.Outra novidade é a rede social criada por um dos co-fundadores do Facebook, Dustin Moskovitz.

Totalmente pensada para o ambiente de trabalho, a Asana tem como principal objetivo mudar a forma de organizar equipes e projetos. É uma nova forma de trabalhar em grupo, através de um aplicativo online que conecta todos envolvidos e mostra tudo o que acontece; as prioridades, e quem é responsável por cada parte do trabalho. Mais do que uma rede social, o serviço é um moderno gerenciador de tarefas colaborativo, que pode ser usado por grupos, empresas ou mesmo individualmente. A Asana é muito fácil de usar. Depois de fazer o cadastro é só adicionar membros ao seu time e compartilhar as tarefas. E parece que o sistema é realmente bom; tanto é que é utilizado por empresas como Google e o próprio Facebook.

A última dica de hoje é a Path, a rede social para aproximar você de quem realmente importa na sua vida. Este serviço ainda não está disponível na web; por enquanto, só funciona em iPhones e Androids. Aqui, a grande diferença em relação às outras redes sociais é que você pode ter, no máximo, 150 amigos. Isso mesmo: a intenção é compartilhar tudo com familiares e amigos realmente próximos. O design é bem simples: as atualizações ficam em uma espécie de timeline. Dá pra ver quem postou e o que postou. O objetivo principal é dividir fotos com as pessoas mais íntimas adicionando apenas três informações: quem são as pessoas da foto, qual o lugar e os objetos.

Bom, se você for um aficionado por redes sociais, porque não experimentar?! Acesse os links acima e boa diversão!

Assista a matéria, clicando AQUI. 

Fonte: Olhar Digital

Dicas para sua marca nas redes sociais – Parte II

5 – Sites para pôr no bolso

Descobrir que tipo de conteúdo seria útil para que os clientes acessassem no celular foi o primeiro desafio da equipe do portal Minha Vida, especializado em saúde e bem-estar, quando surgiu a ideia de criar um apli­cativo móvel. No site da empresa, o principal serviço procurado pelos clientes é uma consultoria de nutricionistas, que aju­dam os usuários cadastrados a emagrecer.

“No celular, nos con­centramos em oferecer gratuitamente uma calculadora de calorias para cerca de 4.000 alimentos”, diz Daniel Wjuniski, de 32 anos, um dos sócios do Minha Vida.

O aplicativo, disponível para celulares iPhone e Android, já foi baixado mais de 500.000 vezes desde que foi lançado, em 2011. Recentemente, o portal lançou um segundo aplicativo móvel, que dispara alertas na tela do celular para ajudar o usuário a cumprir seus horários de alimentação previamente definidos, como o horário de beber água, comer uma fruta ou tomar um lanche.

O aplicativo pode ser integrado ao Facebook, o que faz com que os progressos sejam compartilhados com os amigos. “À medida que a população substitui celulares mais antigos por modelos com GPS e conexão 3G, os aplicativos móveis se tornam cada vez mais interessantes para empresas promoverem suas marcas”, diz Pedro Anísio Silva, diretor da consultoria paulista Parsec Digital. “Os smartphones acabam se transformando num poderoso canal de relacionamento com os clientes.”

Não faz muito tempo, criar aplicativos para celular era praticamente inviável para pequenas e médias empresas – o custo de produção chegava a 50 000 reais. “Hoje, o mercado já oferece sistemas com layout e recursos de localização por GPS pré-programados que custam em torno de 5 000 reais”, diz Silva.

6 – A vitrine é no YouTube

Produzir vídeos para compartilhar na internet pode ser uma forma barata de se relacionar com os clientes. Recentemente, os em­preendedores Alexandre Ottoni, de 31 anos, e Deive Passos, de 25, fundadores do site Jovem Nerd, criaram um canal no YouTube para ampliar a comunicação com os jovens entre 18 e 35 anos. A marca Jovem Nerd surgiu em 2002 de um blog de humor e notícias que cobre assuntos como cinema, histórias em quadrinhos, ciência e tecnologia.

Desde então, o site virou um negócio próprio, bancado principalmente por anunciantes. Hoje, além do blog, a empresa produz dois programas semanais em podcast e videocast e mantém uma loja virtual que vende camisetas, canecas e outros acessórios.

“No YouTube postamos nossos programetes em vídeo e aproveitamos para aparecer usando os produtos que estão à venda no site”, diz Ottoni. A produção de cada programa custa menos de 100 reais para a empresa e é visto por 60.000 pessoas, em média.

No período de exibição, as vendas dos produtos expostos em vídeo crescem em torno de 20%. “Conseguimos aumentar o giro de artigos que ficavam meses parados no estoque”, diz Ottoni.

Um recurso gratuito que pode ser usado por empresas que hospedam o conteúdo no YouTube são as estatísticas de audiência, que permitem conhecer a localização de quem assistiu ao vídeo e os trechos que mais prenderam a atenção dos internautas.

7 – Palavras vendedoras

Ainda hoje, é difícil planejar uma campanha de marketing na internet que não contemple buscadores como Google, Yahoo! e Bing. “Só o Google é usado por 60% dos internautas, que fazem mais de 2,5 bilhões de consultas diárias”, diz Henrique Russowski, da consultoria Jüssi Intention.

Há duas maneiras de uma empresa aparecer nas pesquisas. Uma é incluir no site conteúdo que chame a atenção das máquinas programadas pelos sistemas de busca. A outra é comprar palavras que façam o site aparecer entre os links patrocinados, que ficam no topo das páginas que apresentam os resultados das pesquisas.

É a estratégia da rede de franquias de estética Onodera, de São Paulo. O maior chamariz da empresa para captar novos clientes é fornecer uma primeira avaliação gratuita em qualquer uma de suas 54 clínicas. Recentemente, a empresa passou a comprar no Google combinações de termos relacionados a problemas estéticos, como “estrias”, “celulite” e “gordura localizada”.

Assim, clientes que procuram informação sobre tratamentos para esses problemas costumam ver anúncios da Onodera em destaque. “A intenção era convidar as pessoas no momento em que estavam pré-dispostas a consumir nossos serviços”, diz Lucy Onodera, de 27 anos, filha da fundadora, que hoje comanda o negócio. “Atualmente, 10% das receitas vêm de clientes que agendaram uma avaliação inicial clicando em links patrocinados.”

Os buscadores cobram pelo número de cliques feitos no anúncio – o preço varia de 5 centavos a 8 reais. O anunciante compra determinado valor em créditos e pode programar sua exibição sempre que os internautas de uma cidade ou região fizerem pesquisas sobre algo relacionado a seus produtos e serviços.

Fonte: Exame.com